Especial de Saúde

Cirurgia bariátrica

Conhecida também como cirurgia da obesidade e cirurgia de redução do estômago. Quando a obesidade já chegou a um nível crítico e as atividades físicas não causam efeito, é necessário uma intervenção médica como a cirurgia bariátrica, que hoje é uma das mais procuradas do país.


A cirurgia bariátrica é o último recurso para combater a obesidade.


Para muitas pessoas, lutar contra a balança é mais do que uma questão estética. Significa viver melhor. Num país em que os índices de obesidade crescem, as cirurgias de redução de estômago estão cada vez mais populares. Mas os médicos alertam: este deve ser o último recurso para quem quer emagrecer. Afinal, é uma solução radical. A cirurgia bariátrica deve ser vista como parte de um programa que envolve mudança de hábito, reeducação alimentar e prática frequente de atividade física.


Além disso, há outras questões que você deve conhecer antes de encarar a mesa de cirurgia:

- A redução do estômago é indicada para pacientes a partir de 16 anos que têm o índice de massa corpórea, o chamado IMC, acima de 40 kg/m², com ou sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, e entre 35 e 40 kg/m², com doenças associadas. É preciso também que o paciente tenha tentado emagrecer sem sucesso por dois anos, em média, com dieta, exercícios físicos e medicamentos.

- A cirurgia não pode ser realizada em pacientes portadores de doenças psiquiátricas que impeçam a adesão ao tratamento pós-cirúrgico, usuários de drogas e alcoólatras, pacientes que sofrem de compulsão alimentar e em quem tem doença cardíaca em estágio avançado.

- A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica recomenda que as mulheres procurem engravidar dois anos após a cirurgia. Engravidou? Informe o médico que a acompanhou durante todo o processo de tratamento.

- Quem depende do SUS para realizar a cirurgia, porém, pode ter que esperar algum tempo na fi la. O Ministério da Saúde não tem o registro, mas pode levar até anos para o paciente ser operado. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula os planos de saúde, o período de carência para cirurgia é de até seis meses.

- Depois da cirurgia, o paciente não terá necessariamente de fazer plásticas para retirar o excesso de pele. Com um bom programa nutricional e atividade física, quem perde de 25 a 35 kg não precisa se submeter à cirurgia, mas isso varia de acordo com cada paciente. E quem é mais jovem tem vantagens, pois a pele é mais elástica, mas, mesmo assim terá de lidar com o excesso de pele, em média, por dois anos. O ideal é que a paciente perca todo o peso esperado e esteja bem para ser operada novamente.

E mais... Antes da cirurgia: - A avaliação psicológica que é feita antes da cirurgia é importante para saber se o paciente tem expectativas reais com relação à cirurgia, se não está num momento de depressão ou estresse muito grande ou se tem algum outro problema que possa atrapalhar o tratamento. Durante as sessões, é investigado o que levou essa pessoa a engordar, já que normalmente essas pessoas não fazem a menor ideia. Não adianta fazer a cirurgia se não mudar a estrutura que provocou a obesidade, por isso alguns médicos recomendam também que o paciente tenha acompanhamento psicológico após a cirurgia. Após a cirurgia: É preciso que o paciente pratique exercícios físicos. Os exercícios potencializam o emagrecimento, evitam o ganho de peso e reduzem a perda de massa muscular. Todos os tipos de tratamento da obesidade, do mais simples ao mais radical, exigem empenho e determinação. Será sempre necessário um suporte multiprofi ssional e a adequação da dieta às novas metas a serem alcançadas. Para garantir um bom nível de adesão e o sucesso terapêutico, sua motivação é essencial e pode ser auxiliada por orientações com embasamento técnico e científi co de qualidade, ajudando na solução ou diminuição do problema.

Para muitas pessoas, lutar contra a balança é mais do que uma questão estética. Signifi ca viver melhor. Num país em que os índices de obesidade crescem, as cirurgias de redução de estômago estão cada vez mais populares. Mas os médicos alertam: este deve ser o último recurso para quem quer emagrecer. Afi nal, é uma solução radical. A cirurgia bariátrica deve ser vista como parte de um programa que envolve mudança de hábito, reeducação alimentar e prática frequente de atividade física. Além disso, há outras questões que você deve conhecer antes de encarar a mesa de cirurgia: - A redução do estômago é indicada para pacientes a partir de 16 anos que têm o índice de massa corpórea, o chamado IMC, acima de 40 kg/m², com ou sem doenças associadas, como diabetes, hipertensão, e entre 35 e 40 kg/m², com doenças associadas. É preciso também que o paciente tenha tentado emagrecer sem sucesso por dois anos, em média, com dieta, exercícios físicos e medicamentos. - A cirurgia não pode ser realizada em pacientes portadores de doenças psiquiátricas que impeçam a adesão ao tratamento pós-cirúrgico, usuários de drogas e alcóolatras, pacientes que sofrem de compulsão alimentar e em quem tem doença cardíaca em estágio avançado. - A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica recomenda que as mulheres procurem engravidar dois anos após a cirurgia. Engravidou? Informe o médico que a acompanhou durante todo o processo de tratamento. - Quem depende do SUS para realizar a cirurgia, porém, pode ter que esperar algum tempo na fi la. O Ministério da Saúde não tem o registro, mas pode levar até anos para o paciente ser operado. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula os planos de saúde, o período de carência para cirurgia é de até seis meses. - Depois da cirurgia, o paciente não terá necessariamente de fazer plásticas para retirar o excesso de pele. Com um bom programa nutricional e atividade física, quem perde de 25 a 35 kg não precisa se submeter à cirurgia, mas isso varia de acordo com cada paciente. E quem é mais jovem tem vantagens, pois a pele é mais elástica, mas, mesmo assim terá de lidar com o excesso de pele, em média, por dois anos. O ideal é que a paciente perca todo o peso esperado e esteja bem para ser operada novamente.

A cirurgia bariátrica é o último recurso para combater a obesidade.


E mais...

Antes da cirurgia

- A avaliação psicológica que é feita antes da cirurgia é importante para saber se o paciente tem expectativas reais com relação à cirurgia, se não está num momento de depressão ou estresse muito grande ou se tem algum outro problema que possa atrapalhar o tratamento. Durante as sessões, é investigado o que levou essa pessoa a engordar, já que normalmente essas pessoas não fazem a menor ideia. Não adianta fazer a cirurgia se não mudar a estrutura que provocou a obesidade, por isso alguns médicos recomendam também que o paciente tenha acompanhamento psicológico após a cirurgia.


Após a cirurgia

É preciso que o paciente pratique exercícios físicos. Os exercícios potencializam o emagrecimento. Todos os tipos de tratamento da obesidade, do mais simples ao mais radical, exigem empenho e determinação. Será sempre necessário um suporte multiprofi ssional e a adequação da dieta às novas metas a serem alcançadas. Para garantir um bom nível de adesão e o sucesso terapêutico, sua motivação é essencial e pode ser auxiliada por orientações com embasamento técnico e científico de qualidade, ajudando na solução ou diminuição do problema.




Autor: GMI
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tags: cirurgia, bariátrica, obesidade.
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