A dor em sua essência

Medicina Intervencionista da dor.

“A dor não nos deixará, mas nós a dominaremos com muito mais propriedade. Estamos evoluindo para isso.”
Carlos Marcelo de Barros


Quando o assunto é Tratamento da Dor, impossível não remeter ao médico anestesiologista Dr. Carlos Marcelo de Barros, Diretor Clínico da Santa Casa, Fundador e Diretor Técnico da Clínica Plenus – Medicina da Dor e um dos poucos médicos brasileiros a ser certificado no Fellow of Interventional Pain Practice pela WIP (World Institute of Pain), FIPP.

Quando perguntamos a ele a defi nição de DOR, categórico ele afi rma que “a dor é uma experiência de sofrimento físico e emocional, nunca só físico ou só emocional. Às vezes um é maior que o outro, mas ambos andam juntos. Comumente, o paciente obtém o diagnóstico de câncer após vários episódios de dor, e essa dor vai continuar durante todo o tratamento, o que significa a permanência da doença. Um paciente pode ter 90% de dor emocional e 10% de dor física, e o seu sofrimento é exatamente o mesmo de quem tem 90% de dor física e 10% de dor emocional”.

Para ele é primordial tratar essa dor, “não acreditar ou minimizar o sofrimento do paciente é o maior erro que se pode cometer, pois quando nada mais se pode fazer contra a doença, o tratamento paliativo da dor chega para tornar mais suave a progressão dos sintomas”.

Durante o tratamento oncológico não se deve perder o foco no combate ao câncer, mas também não se pode negligenciar a dor segundo ele, “a equipe precisa legitimar a dor do paciente para ajudá-lo”.
As atitudes éticas estão baseadas no respeito à vida humana e na solidariedade. A comunicação entre familiares
e equipe deve ser verdadeira, delicada, misericordiosa e prudente. O cuidado tem de ser planejado, continuado, técnico, porém aliado ao humanismo.

Mas por que isso? “Essas medidas nos ajudam a compreender o universo daquele paciente, e como vamos manejar a sua dor. Nunca devemos perder de vista que o sofrimento impacta no sucesso do tratamento, torna a recuperação mais lenta e reduz a sobrevida. Então é preciso lançar mão e batalhar pelo acesso a todos os recursos disponíveis para oferecer o melhor aos nossos pacientes, independente do estágio em que esses esteja”, e completa, “ainda que não se possa curar, sempre é possível cuidar e amenizar a dor”.

Dr. Carlos Marcelo é hoje um dos grandes nomes da Medicina Intervencionista da Dor no país. Em 2018, teve participação nos mais gabaritados eventos do setor a nível nacional e internacional, com destaque para a Certifi cação Fellow of Interventional Pain Practice pela WIP (World Institute of Pain), FIPP, nos Estados Unidos.


Autor: Dr. Carlos Marcelo de Barros - CRM/MG 39448
Fonte:
tags: dor, medicina, intervencionista.
hair wigs remy hair extensions cheap hair extensions human hair wigs