Ultrasson 4D

A revolução Se em décadas passadas nossos avós e bisavós já ficariam impressionados com a possibilidade de descobrirem o sexo do bebê ainda intrautero, imagine ver o seu rostinho com qualidade 4D.


No ultrassom convencional, geralmente, é difícil para os pais perceberem a feição e os detalhes do rosto do seu filho. A diferença da imagem 3D para o ultrassom convencional é o ganho da noção de profundidade, permitindo maior percepção e realidade da imagem. A ultrassonografia 4D corresponde à imagem 3D volumétrica, em tempo real, ou seja, é a obtenção da imagem 3D simultânea ao movimento do feto, fornecendo imagem de modo fotográfico.

A ultrassonografia 3D/4D pode ser realizada em qualquer fase da gestação. Dependendo da idade gestacional, a imagem que iremos obter é diferente. Na fase inicial, iremos ver o corpo inteiro do feto, mas não veremos pequenos detalhes. Próximo a 20 semanas de gestação, já é possível ver algumas imagens da face, porém ela ainda não é muito bonita, porque nessa fase o feto tem pouco tecido gorduroso subcutâneo. As melhores imagens da face são obtidas entre 26 a 30 semanas de gestação. Nessa fase, o feto já tem uma boa quantidade de tecido gorduroso e ainda tem bastante líquido (o que é extremamente necessário para formação de uma imagem nítida). Após 30 semanas, podem-se obter boas imagens, porém o espaço intrautero vai tornando-se reduzido.  Existem alguns fatores que influenciam a obtenção de  melhores imagens:

- Posição fetal: quando o feto está com a face voltada para as costas da mãe, com o dorso anteriormente, torna-se quase impossível gerar uma imagem do rosto.

- Características do líquido amniótico: o líquido amniótico é essencial para o aparelho obter o contraste necessário para formação de uma boa imagem. Líquido escuro produz as condições técnicas necessárias para reconstrução da imagem. Quando o volume de líquido está diminuído ou ele fica ecogênico (branco), isso pode impossibilitar a aquisição de uma boa imagem.

-Atenuação do som nos tecidos maternos: em situação onde o som tem dificuldade de passar, ex: fibrose por cirurgias prévias ou pacientes com tecido adiposo espesso (obesidade abdominal), a imagem pode não ficar muito nítida.

O ultrassom 4D fornece uma  imagem de uma única cor, sendo a mais utilizada o cobre, que é meio alaranjado, não sendo possível definir a cor da pele, dos olhos ou cabelos. Nenhum preparo especial é necessário e, o melhor, é que não existe risco ou contraindicações.


Autor: GMI
Fonte: GMI
tags: ultrasson, 4D, revolução

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